Quando ocorrem tragédias ditas não naturais, aquelas visivelmente provocadas pelo homem, como a guerra, o agravamento da fome, nós não nos solidarizamos, atribuímos a causa a inúmeros fatores, como uma má política do governo por exemplo e através de pensamentos deste teor nos nós isentamos.
Já quando a tragedia é devido a fatores naturais, automaticamente nos sensibilizamos porque intuitivamente sabemos que todos corremos  o mesmo risco. É despertado em nós o sentido da compaixão: que é exatamente o ato de se colocar no lugar do outro e ao nos colocarmos no lugar do outro imediatamente passamos a ter atitudes solidarias.
O que será que estes desastres naturais estão nos dizendo dentro de um sentido mais amplo?
Vivemos num mundo separatista e individualista. Estes desastres nos dão a oportunidade de nos unirmos, e o mais importante de nos unirmos pelo sentimento de amor ao proximo, independente de fronteiras. Nos unem através do amor mais puro que é justamente o que o nosso planeta está necessitando para encontrar o equilibrio.

Feliz 2010   31 de janeiro de 2010

Feliz 2010! Ano Novo, novas metas. E se nosso coração teimar em trazer antigas metas não se preocupe elas também ganham  um brilho especial no ano que se inicia, assim é a vida. Mas agora vou compartilhar com vocês uma antiga, nova meta.
Pretendo neste ano manter meu blog mais atualizado com reflexões que nos ajudem a compreender a vida em todo o seu esplendor, também pretendo usar o blog para estar mais perto de vocês, conhecer suas opiniões e anseios.
Então conto com todos para realizar a minha meta.
Eu escrevo, e vocês me dizem se este é o caminho. Ah e aguardem novos cursos também virão. Um grande abraço e mais uma vez Feliz 2010

Caridade é dar o que te sobra.   26 de julho de 2009

Um pensamento medíocre e egoísta:

“Não quero muito, só o suficiente para pagar as minhas contas.”

O impressionante é que uma pessoa que pensa assim se considera humilde desprovida de vaidade.

Para mim esta pessoa revela ser a mais egoísta de todas, pois vai dispor de sua vida, de seus talentos, do seu trabalho, visando apenas ter o suficiente para si, o que provavelmente a impossibilitará de praticar a caridade.

Poderá no auge de sua vaidade alegar que nunca pediu nada para ninguém, mas também não conseguiu dar-se por ventura alguma vez deu algo, quando estiver em apuros, vai se vítimizar sentindo-se injustiçado, ou seja, vai cobrar.

Jesus multiplicou os pães para poder dividir e compartilhar com todos. Seguindo este pensamento devemos multiplicar o que temos para realmente praticar a caridade, sem cobrar nada em troca.

Para praticar a caridade é necessário ter condição. E esta condição exige esforço e um profundo amor em realmente fazer mais do que necessário para si, para poder realizar uma genuína doação.